Pinnacle
Studio 9 Deluxe - Assuma o seu lado Cineasta!
Digitalize e edite seus vídeos em casa

Gravar um vídeo tornou-se prosaico nos dias de hoje. Até máquina fotográfica cria filmes digitais. E as velhas fitas VHS que estão empoeirando nas prateleiras, cheias de histórias, memórias ou filmes da coleção? Talvez até sendo devoradas por silenciosos fungos que tornarão estas fitas inúteis em algum tempo. A Pinnacle tem uma gama de produtos para endereçar estas e algumas outras necessidades.
Um usuário que deseje capturar seus vídeos, brincar de diretor de cinema
(montagem para ser mais preciso) e apimentar suas histórias com efeitos
especiais pode fazê-lo com este produto. A versão Deluxe 9.0 testada tem como
grande vantagem permitir lidar com as duas partes da história, a analógica e a
digital. Exige que se instale uma placa dentro de seu computador. Pronto. A
parte mais difícil acabou. A instalação do programa é muito simples e no final
do processo seu lado Hitchcock ou Spielberg toma o lugar. O programa prima pela
simplicidade e interface, que conduz à realização das tarefas na ordem certa.
No caso de câmeras de vídeo digitais, o processo é um pouco abreviado, pois o vídeo já é trazido da câmera no formato digital, restando somente o processo de edição. No caso de fitas analógicas, feitas as devidas conexões entre a câmera ou videocassete e a placa Pinnacle (que tem versão USB também), o conteúdo é gravado digitalmente no PC. Disco rígido grande e computador mais potente são de grande ajuda. O requisito mínimo para uso do sistema é Windows 98 e pelo menos um Pentium III de 800 Mhz e 256 Mb RAM, mas na prática um PC duas vezes mais potente é recomendável e a robustez do Windows XP ou 2000 são também preferíveis.

É muito cativante e divertida a operação de montar
o vídeo. As cenas são automaticamente detectadas no momento da captura. O
trabalho se resume em arrastar e soltar em uma fila (linha de tempo) as cenas
desejadas. Efeitos de transição podem ser incluídos nas trocas de cenas, trilhas
sonoras agregadas, mesmo cenas existentes podem ser abreviadas ou editadas. O
resultado final pode ser desde um arquivo para reprodução no computador como a
geração de um DVD, ou VideoCD (que podem ser reproduzidos no aparelho de DVD
doméstico) . Impressiona a riqueza de efeitos sofisticados que podem ser feitos
com o produto. Narrações, sobreposição de som ou músicas, “chroma key”
(sobreposição de vídeo), correção de cor, estabilização, “PIP” (picture in
picture), zoom etc.
O Studio 9 se usado somente de forma intuitiva,
clicando, arrastando etc. fornece ao usuário menos experimentado um resultado
surpreendente. Aqueles mais sofisticados têm uma vasta gama de possibilidades a
explorar, servindo bem aos dois públicos. Vídeos grandes levam muito tempo para
processar, mas para uso caseiro, é uma grande ferramenta e uma grande diversão.
(xando_link@fxconsult.com.br)
Aprofundando o assunto
Editar vídeos em casa é um grande barato. E fácil com o Pinnacle Studio 9,
versão renovada do já conhecido produto. A maior característica é a
personalidade dupla do programa uma vez que ele consegue atender bem usuários
iniciantes e usuários mais sofisticados. O que se vê na tela do Studio 9 são as
opções mais usuais. Os comandos avançados ficam “escondidos” de forma a não
assustar o usuário mais leigo. Mas a uma distância de um ou dois cliques de
mouse o programa se mostra, completo e com recursos surpreendentes.
A versão testada acompanhava uma placa PCI de
captura, com interfaces para vídeo digital (Firewire IEE 1394) e entradas
analógicas (vídeo composto RCA e S-Video) bem como entrada para som. Em versões
anteriores deste produto a captura de som analógico tinha que ser feito pela
placa de som do PC (era menos intuitivo e menos integrado).
O processo de captura pode ser feito em dois
diferentes formatos, AVI ou MPEG. O formato AVI não usa compressão e é mais fiel
mas por outro lado consome muitos gigabytes de espaço. São necessários cerca de
5 gigabytes para cada 20 minutos de filme aproximadamente. A captura em MPEG
consome cerca de 5 vezes menos espaço (nossos HDs agradecem) e por usarem
compressão tem em teoria menor qualidade, mas a perda é praticamente
imperceptível. A propósito, as câmeras digitais, tanto as câmeras de vídeo como
as câmeras fotográficas digitais (que também fazem clipes de vídeo), gravam seus
filmes em formato MPEG.

O processo de criar o filme é muito simples. Existe um local onde se vê as cenas de um arquivo aberto (AVI ou MPEG). O Studio detecta automaticamente o início e o fim das cenas, percebendo quando a filmadora foi desligada para apontar para outro local. Uma vez ordenadas as miniaturas das cenas, abaixo existe uma linha de tempo, na qual se arrastam as cenas do arquivo aberto. Dessa forma vários arquivos podem ser abertos sucessivamente e ter as suas cenas escolhidas para compor o filme final. Mesmo uma cena pode ser manipulada, no caso de só um trecho dela ser desejável (por exemplo cortar a aparição da sogra entrando em sua casa). Portanto vídeos de diferentes origens podem ser misturados (digitais, analógicos capturados, clipes de máquinas fotográficas etc.). Escolhidas e ordenadas as cenas, neste momento o mais simples é criar o filme final em um tipo de arquivo escolhido : Mpeg, AVI, Real Player, Windows Vídeo, na resolução e tamanho desejado. Quem tem gravador de CD ou DVD pode ainda criar com um simples clique um CD com conteúdo VideoCD ou SuperVideoCD, ou mesmo um DVD, todos estes reprodutíveis na grande parte aparelhos de DVDs domésticos.

Mas antes de gravar a versão final do filme que o
usuário mais sofisticado vai ter muita diversão. O Studio é integrado com outro
software chamado Hollywood FX, que traz centenas de efeitos de transição para
serem utilizados entre as cenas. Incríveis os efeitos que se podem obter, nível
semelhante àquelas transições que a GLOBO usa nas coberturas de carnaval, na
qual por exemplo um pedaço da cena se enrola e aparece a cena seguinte por
baixo. Isso é só um exemplo das centenas de efeitos disponíveis.
Há ainda possibilidade de inserir uma trilha
sonora oriunda de um CD ou arquivos de mídia (MP3 por exemplo). Uma narrativa
também pode ser sobreposta às cenas. O usuário pode criar efeitos de “PIP” (picture
in picture), no qual uma pequena janela de vídeo se sobrepõe a um pedaço da
imagem com outro vídeo sendo exibido dentro dele. O efeito chroma key pode ser
usado para sobrepor dois vídeos, combinando as imagens. Isso é muito usado em
televisão. Um fundo verde do primeiro vídeo é substituído pelo segundo vídeo.
Assim uma pessoa do primeiro vídeo pode aparecer em “qualquer lugar”, no fundo
do mar, no céu, em uma cidade nunca visitada. Efeito profissional em sistema de
vídeo doméstico. Há ainda vários filtros para atenuar movimentos de câmera,
níveis de ruído, ajustes de cor etc.
No caso de gravar DVDs existe um sistema para
serem criados os Menus do disco, com direito a escolha de menus animados,
definição de cenas ou grupos de cenas para compor cada item do menu etc.
O requisito recomendável para uso é um PC com 1.5 Ghz com 512 Mb Ram, apesar de
as especificações mínimas indicarem um PC mais modesto, que servirá para
projetos de vídeos menores. No lançamento da versão 9 muitos usuários se
queixaram de instabilidade do produto. A versão testada era a internacional, que
além de já ser o release 9.3, por ser internacional agrega a funcionalidade de
capturar também fitas analógicas no padrão PAL usado no Brasil (além do padrão
NTSC). Além disso após a instalação o Studio nos avisou da disponibilidade de um
upgrade gratuito disponível no site e fizemos a atualização para a versão 9.3.5.
O Studio 9 impressionou é uma evolução em relação às versões anteriores e traz um conjunto muito grande de recursos, sem perder a facilidade de uso. Mais informações e uma versão demo podem ser obtidas no endereço http://www.pinnaclesys.com